sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dicas de Saúde - Conselhos para viver melhor

 
1.         Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha.
 
2.         Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário.
 
3.         Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito.
4.         Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".
 
5.         Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia.

6.         Participe de mais brincadeiras do que no ano passado.
7.         Sorria mais vezes do que o ano passado.

8.         Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você.

9.         Sonhe mais, estando acordado.
10.      Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados.

11.      Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água e um cálice de vinho ao dia. Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.

12.      Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia.
13.      Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida.

14.      Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente.

15.      Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.
16.      Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo.

17.      Sorria mais.

18.      Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. Um abraço!
19.      A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém.

20.      Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto.

21.      Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro.

22.      Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente.

23.      Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida.

24.      Ninguém está tomando conta da sua felicidade a não ser você mesmo.
25.      Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles.

26.      Aprenda algo novo cada dia.

27.      O que os outros pensam de você não é de sua conta.
28.      Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã.

29.      Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará.

30.      O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Seus amigos sim. Mantenha contato com seus amigos.
31.      Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.

32.      A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.

33.      O melhor está ainda por vir.
34.      Não importa como você se sente: levante, vista e participe.

35.      Ame sempre com todo o seu ser.

36.      Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!
37.      Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido.


38.      Lembre que você está muito abençoado para estar estressado.
39.      Desfrute da viagem da vida. Você só tem uma oportunidade, tire dela o maior proveito.

 40.     A vida é bela.
Desfrute dela enquanto você pode.

Deus abençoe a todos nós!

(Fonte: Centro Havid)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Discurso de Bill Gates

Discurso de Bill Gates
Num discurso de apenas 10 minutos Bill Gates conseguiu falar tudo aquilo que os professores SOFREM para conscientizar OS PAIS...
11 mandamentos para que os jovens sobrevivam no mundo real e para que o sistema de ensino se torne eficaz:
"1. A vida não é fácil; acostumem-se a isso.
2. O mundo não está preocupado com a vossa auto-estima. O mundo espera que vocês façam alguma coisa útil por ele antes de vocês se sentirem bem convosco próprios.
3. Vocês não vão ganhar 5000 euros por mês assim que saírem da Universidade. Vocês não serão diretores de uma empresa com carro e telefone à disposição, antes de terem conseguido comprar o seu próprio carro e telefone.
4. Se vocês acham que os vossos professores são rudes, esperem até terem um chefe. Ele não vai ter pena de vocês.
5. Vender jornais velhos ou trabalhar nas férias não está abaixo da vossa posição social. Os vossos avós têm uma palavra diferente para isso: a “isso” chamam oportunidade.
6. Se vocês fracassarem, a culpa não é dos vossos pais. Por isso não os culpem dos vossos erros, aprendam com eles.
7. Antes de vocês nascerem, os vossos pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagarem as vossas contas, lavarem as vossas roupas. Antes de quererem salvar o planeta para a próxima geração, desejando consertar os erros da geração dos vossos pais, tentem limpar o vosso próprio quarto.
8. A vossa escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas vocês não chumbam mais de um ano e têm tantas chances quantas vocês precisarem até acertar. Isto não tem nada a ver com a vida real. Se pisarem o risco, são despedidos… Façam bem à primeira!
9. A vida não está dividida em semestres. Vocês não terão sempre os verões livres e é pouco provável que os outros empregados vos ajudem a cumprir as vossas tarefas no fim de cada período.
10. A televisão não é a vida real. Na vida real, as pessoas têm que largar o “barzinho” ou a boîte e ir trabalhar.
11.Seja simpático com os “estudiosos” - aqueles estudantes que muitos julgam que são uns idiotas. Existe uma grande probabilidade de vocês virem um dia a trabalhar para eles. "
O que Bill Gates esqueceu é que isso funcionou para os filhos e alunos que fazem parte da sua geração, porque cresceram em um ambiente onde todos esses ítens poderiam ser escutados, temidos, respeitados.
 Hoje estamos a mercê de um Estatuto permissivo...

Cachoeiras submersas e silenciadas...

Cachoeiras submersas e silenciadas...
Hoje se fala tanto em preservar, reciclar, coletas seletivas, reflorestamento...  Sim, fala-se.  Mas a ação é perdida no tempo daqueles aos quais não possuem tempo. Constatei quando ouvi em um noticiário de TV sobre algumas cachoeiras a serem aniquiladas por causa da construção de uma barragem. Colocando submersas para sempre uma das mais belas paisagens situadas numa pequena cidade do interior nordestino. Não vem ao caso citar o nome ou reivindicar nada, infelizmente. Aqui não se trata daquela fábula do beija-flor que tentava apagar um incêndio na floresta com água em seu bico, porque estava fazendo a parte dele... Poeticamente belíssima. Retificando, a água no bico de um beija-flor não apagará jamais um incêndio numa floresta amazônica. Isso é apenas um desabafo porque conheço a dimensão de tamanha atrocidade. Vamos ser realistas. No mundo de hoje não dá para fazer poesia, apenas lamentação. Também não vem ao caso o erro da construção de uma cidade nas margens do rio, erros iniciais continuam a gerar mais erros, é um “efeito dominó”. O problema  é:  sempre haverá alguém a capitalizar  alguma “fatia” em cada projeto ou campanha ecológica utópica.  Como também faz parte do processo, a educação é maquiada com projetos ecológicos belíssimos. Professores interpretam o script no qual são obrigados a atuar, alunos fingem aprender porque obtém boas notas para as estatísticas apoiadas pelas políticas públicas. Dessa forma, a escola aparece na mídia como exemplo e ponto positivo para o Sistema. 
Meu brado aqui, é para as pessoas conscientes deste contexto e que simplesmente ESCUTAM... Nem sequer questionam  ou mobilizam-se,  pior, nem ao menos se abalam com a notícia de que acabará, em seu estado, um cartão postal vivo, um ecossistema perfeito, ponto de meditação e ponto de contemplação. Coisa que hoje em dia ninguém tem mais tempo para isso... Contemplar? Quem se importa com fauna e flora? Se tiver lucro, tudo é silenciado. Quantas pessoas irão tirar proveito com tal atitude? Ou melhor, quantas irão dividir seus lucros e com quem?  De quatro em quatro anos tudo se faz e se desfaz. Nesse caso não há como desfazer, não há como esvaziar uma barragem...
O assunto banalizou-se, os noticiários emudeceram, a educação continua seu percurso e as cachoeiras cairão no esquecimento, como “tudo” nesse país.
Ane Monteiro

domingo, 22 de maio de 2011

Somos o que plantaram em nós

Somos o que plantaram em nós.
Como já falava o psicanalista alemão Erik Erikson, “o problema do ser humano é a mãe...” E olha que ele tinha razão. Não é que o pai não tenha participação, mas, tem pai que é verdadeira “mãe”. Ou melhor, pai é filho de uma mãe... Até porque foi este aluno de Anna Freud que construiu sua teoria do desenvolvimento psicossocial. Estou apenas recordando algumas situações da nossa infância. Quando ele fala que “A criança adquire ou não uma segurança e confiança em relação a si próprio e em relação ao mundo que a rodeia, através da relação que tem com a mãe.” Realmente tem um imenso sentido.
         O que somos, nossos medos, inseguranças, relacionamentos que desistimos ou assumimos, situações que deixamos de enfrentar por tabus ou mesmo a dúvida de estar certo ou errado. Isso foi a nossa educação materna que nos fez decidir, desistir, esconder-se, mostrar-se, arriscar-se, enfrentar desafios, saber educar nossos filhos, escolher nossa profissão, amar o outro, ou odiar...
No segundo estágio – autonomia/dúvida e vergonha denominado por Erikson, se fizermos uma retrospectiva de nossa infância sobre o que nossa mãe fazia, sempre por amor, em nos defender e não permitir que defendêssemos a nós mesmos, resolvia os mais simples e possíveis problemas de ser resolvidos por nós, falava por nós não nos permitindo o desenvolvimento da argumentação, enfatizava que não mentíamos jamais, nos elogiava na frente de pessoas que sabíamos que era total exagero, ou seja, quantas vezes presenciamos nossos pais mentindo para nos defender.  Se  somos gordos hoje foi o estimulante de apetite que ela ingenuamente nos dava para crescermos “fortes” e mostrar a todos que éramos bem alimentados... Não estou aqui desencadeando uma revolução familiar. Mas, é uma forma de tentarmos “corrigir” ou mesmo “arrancar” em nós o que plantaram e o que estamos frutificando hoje. E então? O que fomos? E o que nos tornamos? Somos o resultado desta “agricultura” educacional que nossa mãe erigiu.
Direitos autorais (LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.)
Ane Monteiro

Aniversário de criança

Aniversário de criança
Inicio esta postagem com uma história que sempre cito como exemplo nas minhas palestras em reuniões de pais:
 “Um casal vai ao aniversário da filha de um amigo, com sua filha de 4 anos de idade, chegando lá, acomodam-se em uma das mesas postas para os convidados. Em outro espaço da festa encontra-se um palhaço que reúne a criançada para que os pais possam aproveitar também o lado adulto da festa. A filha fica receosa em dirigir-se até o palhaço e tantas crianças que não conhece, mas, a mãe a incentiva e lhes fala que não irá sair daquele local. A hora que ela procurar, estará ali e que a filha vá se divertir com a turma de sua idade.
Em momento algum a mãe saiu do local que havia prometido a garotinha que sempre, entre uma brincadeira e outra, olhava para confirmar o que a mãe havia lhe dito. Logo, criou dessa forma o laço de segurança. Desencadeando futuramente em Autonomia. Quando a mãe precisava se ausentar, para falar com alguém, o pai permanecia na mesa e acenava para a filha que sempre lançava os olhinhos confirmadores.
Todos sabemos que nestas brincadeiras dirigidas por estes palhaços exigem competitividade,  jogos,  brincadeiras que aos vencedores entregam-se prendas. Depois de todos cantarem o “parabéns pra você”, o palhaço organiza uma fila para distribuir as caixas contendo os doces. Podemos imaginar o empurra-empurra da criançada pra receber os docinhos. E lá foi a filha do casal enfrentar a fila. Lógico que não havia apenas crianças da mesma idade,  eram variadas, mas, tratava-se de crianças. Então, a mãe agiu da mesma forma, que a filha fosse sozinha enfrentar o desafio de conseguir os doces e pode-se imaginar, crianças que querem passar a frente, aqueles que gritam a cor que quer, e lá estava ela enfrentando seu primeiro de tantos obstáculos que nós seres humanos começamos a enfrentar. Ao receber a caixinha com todas aquelas delícias retorna a mesa dos pais e mostra a vitória daquela pequena guerra pela conquista.” 
A  vida em sociedade nos coloca diante de problemas  proporcionais, em sua maioria, a medida em que crescemos, as nossas capacidades de resolução. Comparo a situação através da seguinte perspectiva  futura: a mesa que o casal se encontrava é a nossa casa, o nosso porto seguro em que podemos descansar e contar com o apoio da família ou daqueles aos quais amamos. O palhaço da festa e as brincadeiras são os desafios do nosso dia-a-dia pela sobrevivência em todos os aspectos. A fila para pegar a caixinha de doces é o desafio do emprego, a entrevista, a adrenalina da convocação, a concorrência do dia-a-dia  e  a caixinha do doce é o salário...
Tudo reflete na vida adulta e a Autonomia é um processo lento que deve ser construído desde a infância. Este é um dos episódios que ocorreu com a minha segunda filha...
Isto, não é uma cartilha de receitas prontas. São momentos que quero partilhar com pais, professores e aqueles que estão no caminho de mediar a Autonomia para seus filhos, alunos e crianças. Para que possam observar que educar é um processo minucioso de detalhes imperceptíveis àqueles que deixam para depois, momentos que jamais voltarão no tempo. Então, esta semente que chamo de Autonomia, tem de saber escolher o solo, fertilizar, regar e cuidar. Sabendo que o crescer, brotar, florir e frutificar  depende de nós...
Direitos autorais(LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.)
Ane Monteiro

"Agricultura" educacional...

"Agricultura" educacional...
Agora que tenho percorrido outros caminhos, estou me referindo à outras leituras de mundo, das quais estou maravilhada, observo que há 20 anos atrás percorri durante 10 anos o caminho da intuição...
Graças a Deus, e a minha fé, estou colhendo os frutos. Os frutos da Autonomia das quais plantei. Afinal, colhe-se o que  planta. Não existe ditado popular mais rico em veracidade. Apesar de que, já iniciei minha colheita aos 5 anos de idade da minha primeira filha, quando ela comia de garfo e faca e cortava o bife sozinha. Minha mãe achava um absurdo, afinal, neta é sempre neta e aquela situação era um sinal de “abandono...” Mas, eu estava lá, de frente, mediando as coordenadas para a carne não pular do prato.
Foi assim, também, com a minha segunda filha. Depois desta primeira colheita, continuo o percurso “agrícola” educacional de tantas outras colheitas que nem recordo. Mas, obtive uma grande safra esse ano, a safra da Autonomia em seu ápice. Esta safra se deu com o segundo emprego da minha caçula no qual ela de estagiária de uma multinacional tornou-se aos 20 anos de idade funcionária além da responsabilidade imensa no cargo que assumiu. Como também,  a minha primogênita fora do país ingressando no mundo da concorrência e criatividade da publicidade. Ah... é uma colheita imensa de realizações de uma semente chamada Autonomia.
Observo hoje a educação de crianças que não recebem essa semente... O que os pais ingenuamente imaginavam aplicar. Observo também aqueles filhos que há 22 anos atrás também não receberam... Aguado com essas contribuições pessoais, pequenas sementes que semeio, colaborar com esse universo materno que existe em cada um de nós, pais e/ou mães neste caminho da educação familiar. Não se trata de um manual ou receita pronta. Quero apenas compartilhar momentos com os quais obtive resultados. Não existe criação perfeita porque mãe/pai erra por amar demais...
Ane Monteiro

Valores na Escola

Valores na Escola
Hoje presenciei uma cena, às 7h e 30minutos da manhã, em um dos corredores do colégio municipal, no qual trabalho como supervisora pedagógica, que me deixou irritada. Mas, calei. Às vezes o silenciar não significa omissão. Significa cansaço... Um pai escutando passivamente as ordens, em bom tom, de seu filho de 7 anos: “Vamos! Não fique aí parado! Desça e compre o meu lanche e que seja o que eu lhe pedi para comprar! Coxinha, refrigerante e chicletes! Vá! Vá! Vá! E seja rápido porque a aula vai começar!” Como lutar, ou argumentar com essa “bola de neve” que se tornou a permissividade na educação familiar? Como ir de encontro a um Estatuto que dá mais direitos aos menores que deveres? Quando chamamos a atenção para uma cena como essa, os pais ainda  relutam na frente da criança e falam, às vezes e com orgulho: “eu não posso com ele... Ele tem uma personalidade forte, ele sabe o que quer.”
Fico a imaginar como será daqui há 10 anos. Porque em meados da década de 90 já presenciávamos tais situações e eram diagnosticadas como hiperatividade. Substituíram os termos “mal educação e falta de respeito” por esse transtorno psicopedagógico. Acredito que Alicia Fernandez (psicopedagoga argentina e minha referência profissional) também sofra com tais situações em suas palestras e consultório. Porque a família perdeu o rumo. E vem perdendo cada vez que a TV monopoliza a educação familiar. Sim. Estou generalizando. Uma criança que tem acesso aos programas de TV que mostram famílias desestruturadas e falta de juízo moral, contribuindo em lançamentos de modas, estilos comportamentais e novas “tribos”, colaborando para a superlotação dos consultórios psicopedagógicos e psicológicos, para que façam o papel da família porque se ausentam, é um ultraje. Nós desta área, também temos limites de tolerância.
Possuo 22 anos em escolas da rede privada e trata-se do mesmo problema. Porque uma vez que os pais possuem uma renda significativa, a forma de tratamento é a mesma. Onde o consumismo é a palavra de ordem. Imagino, daqui há 10 anos, essa geração de crianças e adolescentes sem limites, sem respeito pelos mais velhos, sem valores, sem ética, sem bom gosto musical, sem rumo porque não sabem mais brincar, sem tradições, sem fé. Perderam a infância cedo, perderam a inocência cedo. E o pior, perderam a autonomia... Sim, porque autonomia não é soberania. É um processo futuro, no qual será uma repercussão em nosso país. Pessoas que jamais terão autonomia para guiar a própria  vida, quanto mais um cargo de liderança, que exige tantas qualidades implícitas da educação familiar, e que hoje nos faz calar diante de cenas que desconstroem a qualidade do referencial que seria o pai e a mãe.
Direitos autorais(LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.)
Ane Monteiro