"Agricultura" educacional...
Agora que tenho percorrido outros caminhos, estou me referindo à outras leituras de mundo, das quais estou maravilhada, observo que há 20 anos atrás percorri durante 10 anos o caminho da intuição...
Graças a Deus, e a minha fé, estou colhendo os frutos. Os frutos da Autonomia das quais plantei. Afinal, colhe-se o que planta. Não existe ditado popular mais rico em veracidade. Apesar de que, já iniciei minha colheita aos 5 anos de idade da minha primeira filha, quando ela comia de garfo e faca e cortava o bife sozinha. Minha mãe achava um absurdo, afinal, neta é sempre neta e aquela situação era um sinal de “abandono...” Mas, eu estava lá, de frente, mediando as coordenadas para a carne não pular do prato.
Foi assim, também, com a minha segunda filha. Depois desta primeira colheita, continuo o percurso “agrícola” educacional de tantas outras colheitas que nem recordo. Mas, obtive uma grande safra esse ano, a safra da Autonomia em seu ápice. Esta safra se deu com o segundo emprego da minha caçula no qual ela de estagiária de uma multinacional tornou-se aos 20 anos de idade funcionária além da responsabilidade imensa no cargo que assumiu. Como também, a minha primogênita fora do país ingressando no mundo da concorrência e criatividade da publicidade. Ah... é uma colheita imensa de realizações de uma semente chamada Autonomia.
Observo hoje a educação de crianças que não recebem essa semente... O que os pais ingenuamente imaginavam aplicar. Observo também aqueles filhos que há 22 anos atrás também não receberam... Aguado com essas contribuições pessoais, pequenas sementes que semeio, colaborar com esse universo materno que existe em cada um de nós, pais e/ou mães neste caminho da educação familiar. Não se trata de um manual ou receita pronta. Quero apenas compartilhar momentos com os quais obtive resultados. Não existe criação perfeita porque mãe/pai erra por amar demais...
Direitos autorais (LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.)
Ane Monteiro
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